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BLOG SINDASPI-SC


20/09/2017 | Mídia / Imprensa / Comunicação

Seminário Unificado de Imprensa debate as reformas e os desafios à classe trabalhadora

Jornalistas e dirigentes sindicais de 20 estados e do Distrito Federal se reuniram durante três dias (14,15 e 16/9) para discutir os principais desafios da comunicação sindical diante do atual cenário político enfrentado pelo país e dos ataques aos direitos da classe trabalhadora.

Entre os assuntos de destaque discutidos durante o 5º Seminário Unificado de Imprensa Sindical e o 3º Encontro Nacional de Jornalistas sindicais estiveram: a estratégia para a retomada de luta da classe trabalhadora; a garantia da centralidade da questão de raça e gênero dentro das entidades; a necessidade de abertura da pauta dos sindicatos, que visa tratar os temas coorporativos, mas, sobretudo da classe trabalhadora como um todo; a busca pela unificação do discurso entre as entidades sindicais; a importância da utilização das redes e os cuidados a serem tomados com os ambientes, que estão longe de serem neutros e transparentes; a importância da luta unificada contra a reforma da Previdência; o recorte de gênero e raça das reformas, a criminalização dos movimentos sociais e o papel do jornalista sindical na luta da classe trabalhadora.

Os desafios da classe trabalhadora

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Plínio de Arruda Sampaio Júnior, doutor em Economia Aplicada, livre docente do Instituto de Economia da Unicamp; Marcelo Badaró, doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense; e Edson Cardoso, doutor em Educação pela USP, jornalista e professor; ficaram com a responsabilidade de dialogar sobre as reformas trabalhistas e os desafios à classe trabalhadora.

Segundo os professores, depois do golpe dado em toda a sociedade é urgente a retomada do patamar de luta. “O programa da classe dominante é um projeto para agora. Por isso, precisamos nos organizar agora”, apontou Marcelo Badaró”.

Caso isso não ocorra, o objetivo da burguesia de estreitar cada vez mais a democracia poderá ser alcançado com facilidade. “A burguesia quer manter a classe trabalhadora a zero e o nosso jogo é tirar a classe trabalhadora do zero. No entanto, para fazer isso temos que saber para quem falar – para classe e para tudo subordinado à classe – e o que falar”, destacou Plínio Arruda Sampaio Júnior.

Para o professor Edson Cardoso, outros desafios para serem enfrentados são o racismo e sexismo que estão impregnados na sociedade. “Precisamos ter como central dentro das nossas instituições as questões de gênero e raça, que devem estar enviesadas em todos os temas tratados por nós”, alertou Cardoso. 

 

Fotos: Heitor Lopes

Fonte: sjpdf