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BLOG SINDASPI-SC


01/09/2017 | Notícias Base Pública Epagri e Cidasc

Sindicatos concentram esforços para fortalecimento das empresas e das entidades dos trabalhadores

O fortalecimento das empresas Cidasc, Ceasa e Epagri, como também das entidades sindicais dentro da conjuntura atual foram principais assuntos tratados na reunião do Comando Unificado dos Sindicatos dos trabalhadores na Agricultura, que aconteceu na quarta-feira, 30, na Sede do Sintagri. 

O Comando entende que, antes de pensar uma pauta de reivindicações dos trabalhadores para a próxima campanha salarial, é necessário estudar os impactos da contrarreforma na realidade dos sindicatos e as estratégias de atuação dos sindicatos com suas categorias representadas. A unidade do movimento sindical nas ações que visam a defesa dos direitos dos trabalhadores será ainda mais importante, a partir de novembro, quando a lei 13467/2017 deve começar a valer.  São muitas mudanças que ainda precisam ser estudadas e se os sindicatos estiverem fortes fica mais fácil barrar a perda de direitos. Para isso, os sindicatos promoverão um debate sobre a contrarreforma trabalhista no dia 10 de outubro, em Florianópolis, com a presença do Dieese/SC e jurista especializado no tema.


Fortalecer as empresas é fundamental

Entre as tarefas definidas na reunião, o Comando Unificado também vai concentrar esforços na mobilização da categoria e das comunidades para realização de audiência pública regional que vai debater o fortalecimento das empresas Cidasc, Ceasa e Epagri, no dia 5 de outubro, no auditório da AFEC (Associação dos Funcionários da Epagri) em Chapecó, às 19 horas.


A convocação da audiência pública regional é um encaminhamento do Grupo de Trabalho formado a partir da audiência pública, ocorrida na Alesc, no dia 25 de abril deste ano, que discutiu a necessidade de fortalecer essas empresas, que atuam diretamente nas políticas públicas voltadas para o setor agrícola, responsável por  gerar mais de 30% do PIB estadual.


Ainda no mês de julho, a Epagri divulgou balanço social da empresa referente a 2016, onde afirma que o retorno social atribuído à Empresa avançou de R$531 milhões em 2009 para R$1,631 bilhão no ano passado,  e que cada real investido na agricultura retorna em R$ 5,01  para a economia catarinense. No entanto o que se vê, é que o governo do Estado vem investindo cada vez mais no agronegócio em vez de priorizar investimentos voltados à agricultura e pesca familiar, desde projetos de pesquisa e extensão rural e desenvolvimento sustentável. Pensar o fortalecimento das empresas e de sua função social também significa demostrar a importância da valorização do trabalho feito por todos seus trabalhadores.