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06/10/2017 | Notícias Base Pública

GT de fortalecimento das empresas públicas vai realizar reuniões nas regionais

Em sua terceira reunião realizada em 1º de outubro, o Grupo de Trabalho pelo Fortalecimento das Empresas Públicas Agrícolas formado na Assembleia Legislativa entre sindicatos de trabalhadores, parlamentares e representantes  decidiu fazer um “raio x” da situação da Secretaria de Agricultura e Pesca e os benefícios das políticas públicas implantadas no setor. A partir daí, estudar o papel de cada empresa e as mudanças de função e estrutura pelas quais vêm passando, para isso foram feitos pedidos de informação sobre as alterações nas inspeções sanitárias, que agora estão sendo feitas de maneira conjunta entre Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul e também sobre o fato de escritórios da Epagri tornarem-se correspondentes bancários. 

Um dos objetivos do GT é analisar a importância das empresas para o trabalhador do campo e para sociedade catarinense em geral, através do diálogo direto, por isso serão organizadas reuniões nas sedes regionais das empresas com as comunidades diretamente atendidas, coletar mais subsídio e então trazer as empresas e o governo para esse debate em nova audiência pública estadual no primeiro semstre do ano que vem. Por motivo de compromissos do Sindaspis/SC com a organização do seu 8º Congresso em outubro, o GT também decidiu transferir a realização da audiência pública que aconteceria em Chapecó em cinco de outubro para novembro, com data a ser confirmada. 

As próximas reuniões do GT ficaram marcadas para dia 19 de outubro e 23 de novembro deste ano, às 14 horas na Assembleia Legislativa. 

O Grupo foi formado a partir da audiência pública sobre o fortalecimento das empresas públicas Cidasc e Epagri realizada em 25 de abril e para contribuir na viabilização dos encaminhamentos sugeridos a partir do debate, como: o aumento do volume de recursos no orçamento para a agricultura para 4 ou 5%; exercer mais diálogo com os catarinenses sobre esse serviço público a partir da realização de seminários regionais e então traçar e implantar, a curto, médio e longo prazos, um plano estratégico de desenvolvimento das empresas e pensar a promoção de políticas públicas de agroecologia. 

Ao verificar os planos de governo de Raimundo, que quer reservar para 2018, apenas 2,4% do orçamento (pouco mais de 600 milhões) para a pasta da Agricultura, concluímos que é preciso unificar mais esforços em torno dessa luta que é fortalecer as empresas que possibilitam a SC ter nome reconhecido internacionalmente seja pela qualidade dos produtos agrícolas vegetal e animal.

Assista, abaixo, ao vídeo que traz depoimentos de Marcelo Salomon, assessor do deputado Dirceu Drech, que participa do GT, e de João Carlos Santin, assessor jurídico do Sindaspi/SC. Vídeo produzido por Luca Gebara, da Acracom/SC.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Matéria de : Silvia Agostini Pereira- assessora de comunicação do Sindaspi/SC

Vídeo e foto: Luca Gebara/ Acracom