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BLOG SINDASPI-SC


04/02/2019 | Política

Indígenas de Chapecó encerraram dia 31 a campanha nacional em defesa de seus direitos

Desde antes de assumir o cargo mais alto do Poder Executivo do País, o presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou propostas para os povos indígenas não agradaram os que serão afetados por elas. Após assumir a Presidência, já no dia 2 de janeiro, o novo presidente lançou a Medida Provisória 870/2019 que transformou diversas estruturas, ministérios e até mudou objetivos da Constituição sem debater com a sociedade. Entre as mudanças, está que já fora criticada por diversos setores da sociedade, que passou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a competência de identificar, delimitar, demarcar e registrar as terras tradicionalmente ocupadas por indígenas. A reivindicação é de que o Ministério da Justiça fique responsável pela Funai. Outra proposta, ainda não implantada, mas que tem mobilizado os povos primitivos em posição contrária, é acabar com o Sistema de Saúde Especial Indígena e transferir suas competências para o SUS.  Assim, os indígenas teriam que sair de suas aldeias para concorrer a uma vaga no SUS, sem levar em conta seus costumes e tradições. Isso deixa também os indígenas volúveis até em tipos e casos de doenças comuns á população branca e que os povos primitivos não costumam ter.  

As ameaças à sua cultura e à sua saúde levaram indígenas do país inteiro, em 22 estados, a realizar protestos, no último dia de janeiro, fechando assim, a campanha:
#JaneiroVermelho – Sangue Indígena, Nenhuma Gota a Mais, que adentrou o primeiro mês do ano 2019.
Em Chapecó, indígenas fizeram um ato de protesto a essas medidas. A ex-diretora do Sindaspi/SC, Josefina de Carvalho participou da atividade e mandou imagens. Confira.




 



 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com informações Desacato e Diário de Pernambuco.